Petrobras avalia a Feesc como a melhor fundação de apoio do país em práticas administrativas

23/08/2019 10:19

A Fundação Stemmer para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (Feesc) foi classificada pela Petrobras como a melhor fundação de apoio do Brasil em boas práticas administrativas. O ranking foi apresentado nesta tarde de quarta-feira, 21, durante o Workshop Parcerias Petrobras, promovido no Rio de Janeiro pelo Centro de Pesquisas da estatal. O evento é voltado a pesquisadores de instituições científicas, tecnológicas e de inovação de todo o país.

O ranking levou em conta o desempenho das fundações de apoio nos indicadores “Quantidade de Pendências”, “Valor das Pendências”, “Atraso nas Respostas”, “Atraso nas Prestações de Contas” e “Atraso na Devolução do Saldo”. Nos dois primeiros itens, a Feesc apresentou a melhor resposta e nos demais ficou entre as seis melhores entre todas as instituições avaliadas. O ranking é inédito e pela primeira vez realizado pela Petrobras junto às fundações de apoio parceiras no desenvolvimento de trabalhos. Por conta da Lei nº 9.478/1997, a Petrobras é obrigada a fazer investimentos em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

“Receber este reconhecimento por parte de um financiador de projetos tão importante como a Petrobras, e em âmbito nacional, mostra que estamos no caminho certo”, comemorou o presidente da Feesc, Raul Valentim da Silva.

O Workshop Parcerias Petrobras começou na quarta-feira e prossegue esta quinta, 22. A Feesc fechou a programação do primeiro dia com uma palestra sobre “Boas Práticas na Prestação de Contas” apresentada pelo coordenador da Divisão de Prestação de Contas e Contabilidade, André Luís da Trindade (foto). Na palestra, Trindade apresentou todos os procedimentos internos da Feesc, desde a fase de pré-contratação, passando pela execução até a aprovação da prestação de contas.

Inauguração Novo Layout e Infraestrutura – LABSOLDA

13/08/2019 10:31

A inauguração de uma nova ala do Instituto de Soldagem e Mecatrônica (LABSOLDA) na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), dia 8 de agosto, não só ampliou sua área para 816 metros quadrados, mas também abriu caminho para mais pesquisas sobre processos de soldagem que garantam a segurança no transporte de gás, petróleo e derivados, entre outros objetivos. O professor Régis Henrique Gonçalves e Silva, Supervisor do LABSOLDA, afirmou que não são só tecnológicas e sim sócio-econômicas as contribuições do Instituto vinculado ao Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC. “Um problema crescente no nosso país hoje é a vandalização de tubos para roubar hidrocarbonetos. Existe um esforço muito grande para se reparar esses dutos o mais rapidamente possível, com a maior segurança possível. Os nossos projetos novos vão colaborar para sanar esse tipo de problema”, explicou.

A Reitoria da UFSC foi representada pelo Pró-Reitor de Pesquisa, Sebastião Roberto Soares, também estiveram no evento o ex-reitor Rodolfo Pinto da Luz, o Diretor do Centro Tecnológico, Edson Roberto de Pieri; o Chefe do Departamento de Engenharia Mecânica (EMC/UFSC), Sergio Gargioni; o Diretor da FEESC, Raul Valentim da Silva; o Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina, Fábio Zabot Holthausen; o Diretor de Inovação da FIESC e o Superintendente Geral na Fundação CERTI, José Eduardo Fiates; e o Presidente do Conselho de Curadores da CERTI, Carlos Alberto Schneider, entre outras autoridades.


Presente à cerimônia, o Gerente de Tecnologia de Equipamentos, Metalurgia e Controle da Corrosão da Petrobras, Agildo Baradó Moreira, salientou que há uma “interação contínua” entre a empresa e o laboratório e que novos projetos se somarão aos dois em andamento (Soldagem em operação com GMAW, FCAW e aquecimento por indução Desenvolvimento de um Sistema Automatizado para Soldagem Circunferencial Interna em Tubos de Aço Cladeados com Liga 625). A pedido da Petrobras, em julho pesquisadores do laboratório concluíram pesquisa que resultou em novas tecnologias de soldagem que tornam mais rápido e eficiente reparou em tubos para construir tubulações de materiais não convencionais, como aços inoxidáveis.  Da investigação resultaram também teses de doutoramento, dissertações de mestrado e artigos em periódicos científicos. (Confira o projeto finalizado: Avanços no Processo TIG Aplicado à Soldagem Orbital Automática e Semi-automática de Tubulações).

Fonte: Noticias UFSC/ Com informações de Heloisa Dallanhol/EMC/UFSC.